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Animais em Perigo de Extinção

>Panda Gigante

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Panda Gigante

Olá Pessoal! =D
Bem, hoje vou vos falar do Panda Gigante, espero que gostem, e como vocês já estão de férias (ou a maior parte), não vos custa ver, e vão perceber que é “ou a maior parte”, porque o Panda Gigante não passam grande férias… vejam… =/
As causas de extinção deste grande animal, o Panda Gigante (Ailuropoda melanoleuca), são:

Por exemplo hoje existem apenas 1.000 destes animais no mundo =O, vivendo em reservas florestais ou cativeiros. A devastação das florestas asiáticas, a lenta reprodução do bambu (bambu é o que eles se alimentam mas também de folhas tenras), o excesso de burocracia, ineficiência e a caça devastadora, colocaram o Panda Gigante sob sério risco de extinção =O. Dificultando ainda mais a preservação da espécie, a sua capacidade de procriar é muito baixa =(.
Já perceberam porque eles não têm férias? eles caçam os Pandas =O e destroem o habitat deles…
Mas vamos conheçer mais sore eles, que tal?
Vejam…

Os Pandas Gigantes não hibernam e passam o Verão nos altos planaltos do Tibete oriental.
As fêmeas têm um único período fértil por ano e a cada gravidez elas conseguem gerar apenas dois filhotes, que estão sujeitos a acidentes fatais quando ainda pequenos. Não é raro a mãe sufocar o filho por excesso de carinho, ou então esmagá-lo ao adormecer distraidamente sobre ele=O (mais uma razão para não os matarem, se eles sem querer, já se matam, cada vez ficam menos =O). Quando nascem, o panda mede somente 10 centímetros e pesa menos de 100 gramas.

Embora tenha um sistema digestivo preparado para o consumo de carne, o panda alimenta-se exclusivamente das folhas e dos ramos maios tenros de bambu, ficando até 14 horas seguidas sentado, consumindo de 12 a 14 kg da planta (isto já são férias =P). Talvez por isso a espécie tenha uma existência solitária, reunindo-se em grupos ocasionalmente ou no período de fertilidade das fêmeas, que são apenas três dias. Vivem sozinhos, abrigados em buracos de árvores ou em fendas de rochas. O panda tornou-se o símbolo das espécies ameaçadas e o emblema da Fundação Mundial de Vida Selvagem =O.

Ajudem estes animais tão engraçados e tão “fofos” a sobreviver…


>Foca-monge-do-mediterrâneo

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FOCA-MONGE-DO-MEDITERRÂNEO
A foca-monge-do-mediterrâneo (Monachus monachus) é provavelmente o membro da família das focas mais ameaçado de extinção. esta espécie esta espalhada pelo Mediterrâneo e águas adjacentes, hoje estima-se que haja somente em torno de 400 indivíduos restantes desse mamífero marinho.A foca-monge constitui um dos géneros da família dos focidas.
Características e com
portamento
A foca-monge, conhecida por lobo-marinho, é um animal robusto que pode ter 400 quilos e os quatro metros, no caso dos machos. As fêmeas sempre mais pequenas podendo atingir até dois e meio, metros. Apresenta uma coloração castanha-acinzentada, sendo que, nas partes inferiores, apresentam manchas mais claras de cor amarela e branca. Quando são mais velhas são prateadas. Nas alturas em que submerge, as suas narinas paralelas fecham-se, impedindo, desta forma, a entrada de água para os canais respiratórios. Debaixo de água, servem-se dos olhos para se guiarem, mas também dos seus longos bigodes. As focas passam a maior parte do tempo dentro de água. Podem mesmo dormir no mar, à superfície, num período que pode chegar a 12 minutos, ao fim dos quais tem de se movimentar para respirar. Como é um mamífero, apenas pode respirar à superfície. O seu fôlego permite-lhe, no entanto, permanecer dez a doze minutos submersos. Embora realize a maior parte da sua actividade no mar, a foca depende da terra para repousar, fazendo-o essencialmente em praias escondidas no interior de grutas. Alimenta-se de animais que captura na água, entre os quais se encontram o mero (Epinephelus margina tus) e o congro (Conger ). Ainda assim, além de predadores, são também presas de outros predadores maiores como a orca (Orcinus orca) e os tubarões. Porém, dado que estes animais não costumam aproximar-se das zonas costeiras, constituem ameaças muito pontuais. Trata-se de um animal muito curioso, que facilmente se aproxima do ser humano, especialmente quando jovem. No entanto, nas épocas de criação, as fêmeas tornam-se muito próximas das crias, tentando sempre afastá-las do Homem, podendo ter reacções imprevistas e agressivas. Não possuem uma época própria para os nascimentos, embora se verifique uma maior concentração destes nos períodos entre Outubro e Novembro. A gestação demora entre oito a onze meses, ao fim dos quais nasce uma pequena cria indefesa, coberta por uma pelagem fina de cor negra. As crias ficam entregues aos cuidados das progenitoras por um período que pode ir de um a dois anos, altura em que se apresentam mais brincalhonas e despreocupadas. Estes animais podem viver cerca de 20 ou 30 anos no seu estado selvagem. Contextualização histórica Inicialmente, a população de focas-monge (Monachus monachus) era bastante numerosa, distribuindo-se por todo o mediterrâneo, e por algumas zonas atlânticas, costeiras ou insulares. Há relatos datados da primeira metade do século XV, descrevendo colónias de mais de quinhentos indivíduos nas costas do actual Saará Ocidental. Hoje, figura entre as espécies mais protegidas do mundo, com uma presença que não excede os 500 indivíduos no mundo inteiro. Os povos mediterrânicos, no passado, atribuíram sempre uma grande importância à foca-monge, colocando-a sob a protecção directa dos deuses, dotando-a de uma natureza parcialmente humana, evitando ao máximo capturá-la. O primeiro contacto português conhecido com as focas-monge data de 1419, quando João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira chegaram à Madeira. Nessa altura, os portugueses descobriram um animal que lhes parecia estranho e deram-lhe o nome de Lobo-marinho, O nome deveu-se, muito possivelmente à sua fisionomia e aos seus bigodes longos, embora também seja verdade que esta foca é um predador muito eficiente. De qualquer forma, o local onde este animal foi primariamente avistado é hoje conhecido pela designação Câmara de Lobos, uma vez que esta localidade forma uma pequena baía em anfiteatro que no momento da descoberta se encontrava apinhada destes simpáticos mamíferos. O contacto com o ser humano foi logo prejudicial para a foca. Primeiro, foi perseguida para uso dos seus despojos com fins comerciais; depois, sofreu com a actividade piscatória, que competiu com a sua própria actividade de predação/alimentação e a empurrou cada vez mais para fora das áreas onde antes habitava. Além disso, a actividade dos pescadores tornou-se também nociva, quer pelo abate voluntário, quer pelo abate acidental com explosivos, ou pela captura em redes de emalhar. Hoje em dia, os indivíduos sobreviventes desta exposição ao contacto humano no arquipélago português concentram-se nas Desertas, conjunto de pequenos ilhéus despovoados da Madeira, de origem vulcânica. A principal característica que levou à fixação desta espécie neste espaço foi o da desertificação humana que aqui se verifica. Embora tenham tentado colonizar estes ilhéus, os portugueses abandonaram a empresa devido a factores, dos quais o relevo acidentado, principalmente devido à acção marinha e eólica, e a ausência de água doce, foram os principais. De uma população de 500 indivíduos distribuídos por todo o mundo, na Madeira podemos encontrar 23, numa colónia que se encontra em recuperação e na qual se regista uma taxa de natalidade anual de 1 para 3. No entanto, em 1988, apenas se contavam 6 indivíduos nesta colónia.

Preservação da espécie em Portugal

Pelo menos desde 1982 que existe um cuidado especial em preservar a foca-monge das Desertas. Esse cuidado tem vindo a ser prestado pelo Parque Natural da Madeira. Em 1988, a protecção legislativa das Ilhas Desertas veio reforçar esse esforço de preservação, tendo sido criado em 1995 a Reserva Natural das Ilhas Desertas. Durante a década de 80 e 90, o PNM apostou na protecção da espécie in loco na monitorização e estudo da colónia, na educação ambiental, e no contacto directo com os pescadores do Funchal e do Ma Chico. Em 1997, criou-se nas Desertas uma Unidade de Reabilitação destinada a recuperar animais que corressem risco por se encontrarem debilitados. A protecção das focas é levada a cabo por vigilantes da natureza que patrulham as ilhas de bote. Hoje em dia, a principal ameaça sobre estes mamíferos pode ser uma catástrofe inesperada, tal como um derrame de crude. por si só, seria suficiente para dizimar a colónia.

FONTE


>Leopardo-das-Neves

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Leopardo-das-Neves
Olá pessoal! Como já repararam, vamos falar do Leopardo-das-Neves, é um animal muito bonito, , por isso está em vias de extinção :(
Bem, a pele deles é linda como podem ver na imagem ->
Bem a pele deles é:

A pelagem do Leopardo-das-Neves (Uncia uncia) é muito mais bonita do que qualquer outro leopardo. A pele é macia e espessa, de pêlos longos e sedosos, com uma lanugem na base. As manchas são de cores delicadas. Imagine quantos animais devem ser sacrificados para cada casaco de pele! Costuma-se pensar que quatro seriam suficientes, mas não é assim… Para obter-se quatro couros sem cicatrizes e cujas manchas combinem em forma e em cor, dezenas de animais devem ser mortos. A moda é inimiga do leopardo :( . A existência da espécie está ameaçada e sua caça foi restringida, embora ainda continue. Nos Estados Unidos a importação de casacos feitos com peles de grandes felinos é ilegal (e fazem eles bem!).

Mas há uma vantagem para o Leopardo-das-Neves sobre os outros leopardos; o seu habitat é de difícil acesso. Ele vive em grandes altitudes, entre 3000 e 6000 metros, no Himalaia e nas montanhas do norte da China.
Os seus hábitos são os mesmos dos outros leopardos, mas ele usa sua pelagem para camuflar-se na neve. Deita-se sobre um rochedo ou ramo baixo à espera da presa e salta sobre ela quando ela passa.

Eles alimentam-se de aves, roedores e pequenos mamíferos que abate com agilidade. Dentre os animais mais comuns na sua ementa encontram-se a marmota, o carneiro-selvagem e a lebre.

Eles precisam da nossa ajuda, eu não quero um mundo sem Leopardos-das-Neves!

E vocês?
Querem um mundo sem Leopardos-das-Neves?

Comentem!

Fonte


>Sagui Branco animal em extinção!!!!

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Sagui Branco animal em extinção!!!!

Nome: Sagui Branco
Nome científico: Callitrix argentata
Onde habita: Sul do rio Amazonas
O que come?:Insectos, ovos, frutas, pequenos vertebrados
Tamanho:18 a 28 cm
Peso:230 a 453 g
Factores que põem a espécie em perigo: Tráfico de animais e destruição do habitat natural.
Fonte


>Animais em vias de extinção

>Caros colegas vamos começar a pensar em ajudar estás espécies que estão em vias de extinção, por causa do ser humano que destrói o habitat destes animais tão fofinhos.

NOME DO ANIMAL:Arara Azul Grande.
HABITAT NATURAL:Florestas Tropicais.
TAMANHO:Até 1,10metros.É a maior ave da família dos psitacídeos.
PESO:Cerca de 500g.
PERÍODO DE GESTAÇÃO:O período de incubação dura 30 dias.
NÚMERO DE CRIAS:Custumam ser 2
TEMPO MÉDIO DE VIDA:30 anos
VIVE:No Norte e Nordeste do Brasil
COMIDA:É omnívora. alimenta-se de frutos e sementes
ESTADO DE CONSERVAÇÃO:Está espécie está em vias de extinção, principalmente devido á destruição do seu habitat natural
NOME CIENTÍFICO:Anodorhynehus Hyacin Thinus
NOME DO ANIMAL:Tucano
NOME CIENTÍFICO:Ramphastos Toco
VIVE: Na região do Norte e na Central da América do Sul
HABITAT NATURAL:Florestas Tropicais
COMIDA:É omnívora.alimenta-se de animais e plantas
TAMANHO:Mede entre 55 e 61cm de comprimento
PESO:De 530g a 550g
PERÍODO DE GESTAÇÃO:Os ovos eclodem após 18 dias de incubação
NÚMERO DE CRIAS:2 a 4 crias
TEMPO MÉDIO DE VIDA:15 anos
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA ESPÉCIE:Está espécie está em vias de extinção, principalmente devido á destruição do seu habitat natural.
NOME DO ANIMAL:LEÃO
NOME CIENTÍFICO:Panthera Leo
VIVE:Em África
HABITAT NATURAL:Savana
COMIDA:É carnívoro.alimenta-se de gnus, zebras, búfalos, gazelas, girafas e antílopes.
TAMANHO:comprimento 2 metros mais a cauda. altura 1 metro
PESO:Em média pesa 250kg
PERÍODO DE GESTAÇÃO:DE 102 a 113 dias
NÚMERO DE CRIAS:De 2 a 3 crias
TEMPO MÉDIO DE VIDA:20 anos
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA ESPÉCIE:Não globalmente ameaçada de extinção mas vulnerável.
NOME DO ANIMAL:Puma
NOME CIENTÍFICO:Feliscon Color
VIVE:Na América
HABITAT NATURAL:Florestas, desertos e montanhas
COMIDA:É carnívoro.alimenta-se de carneiros selvagens, veados e outros animais
TAMANHO:Comprimento até2,40 metros. altura até 23cm
PESO:Até 100kg
PERÍODO DE GESTAÇÃO:De 86 a 95 dias
TEMPO MÉDIO DE VIDA:15 anos
NÚMERO DE CRIAS:2 a 3 crias
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA ESPÉCIE:Está espécie está em vias de extinção por causa da redução do seu habitat natural a redução dos animais que fazem parte da alimentação dos pumas.

TRABALHO ELABORADO POR:Márcia Freitas

FONTES: (1) e (2)


>Espécies em vias de extinção

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Espécies em vias de extinção

No mundo há cada vez mais espécies em vias de extinção.
O Lince-Ibérico, o Panda-Gigante, o Sapo-Parteiro, o Camaleão, o Coala, o Puma…
São muitos os animais que daqui a uns anos não estarão aqui na Terra.
Será que nós Seres Humanos podemos ajudar estes animais? Claro que podemos.
Pode salvar estas espécies dando-lhes uma coisa: vida e a alegria de viver!

Autora: Andreia Mariano
Fonte: Eu Própria


>Lince Ibérico (Lynx pardinus)

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O Lince Ibérico habita na Península Ibérica, este felino é o mais ameaçado de todo o mundo. Actualmente, não deverão ultrapassar os 100 animais . Habitam nas matas mediterrânicas, em Portugal já não são vistos à alguns anos. Os Linces foram desaparecendo ao longo devido à grande mortalidade do coelho-bravo, a sua principal presa, também aos grandes incêndios e com a substituição das matas por culturas de eucalipto. Assim sendo irá-se extinguir mais uma espécie na Península.
De acordo com uma notícia citada no Público (para ver mais sobre esta espécie em vias de extinção clique aqui) no dia 23 de Fevereiro de 2009:
Um projecto luso-espanhol visa ajudar a criar novos habitats para estes animais e indicam uma data Dezembro de 2010 e vão contribuir em algumas zonas alentejanas e algarvias. Este projecto irá custar cerca de 1.2 Milhões de euros.

Com ajuda de uma notícia do Público e com ajuda do livro “Planeta Terra”

Autor: João Miguel Correia


>Áreas Protegidas

>Algumas Áreas Protegidas em Portugal

Parque Nacional da Peneda-Gerês
Criado em 1971, é o único parque nacional. Aqui existem algumas espécies em perigo como, por exemplo, o Lobo-Ibérico e a Águia Real.

Parque Natural da Ria Formosa
A ria Formosa recebe aves migradoras provenientes do Centro e Norte da Europa e é local de nidificação para outras espécies. Apresenta grande variedade de organismos aquáticos, como peixes sedentários e migradores, e é o habitat privilegiado de moluscos e crustáceos. Aqui desenvolvem-se actividades de aquacultura, pesca, salinicultura, turismo e lazer.

Reserva Natural do estuário do Tejo
A garça vermelha é uma das muitas espécies que esta reserva abriga, entre outras espécies migratórias.

Paisagem Protegida da Serra do Açor
Monumento Nacional da Pedreira do Galinha
Protege várias pistas de Dinossauros.

Retirado do Livro:
“Planeta Terra”

Autor:Jѳãѳ ʍIgષ૯ℓ ૮ѳ૨૨૯iα


>Perigo de extinção-Águia Imperial

>Esta águia, extremamente rara, o seu habitat é a mata mediterrânica vizinha de planícies ou culturas de cereais, da zona raiana do Tejo Internacional. O enfraquecimento do número de aves terá sido causada pelo desaparecimento das suas principais presas, os coelhos, mas também pela substituição das matas por pinhais e eucaliptais pela devastação dos seus ninhos.
Actualmente, devido às medidas de protecção, especula-se que a espécie está em recuperação, existindo o registo, em 2004, da nidificação(construção de ninhos) de dois casais no nosso país.

Autor:Jѳãѳ ʍIgષ૯ℓ ૮ѳ૨૨૯iα


>Perigo de extinção-Morcegos

>Morcegos-de ferradura (Rhinolophus)

O livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal indica que existem nove espécies de morcegos cavernícula(que se abrigam em cavernas e grutas) em perigo de extinção.
O desaparecimento destas espécies deve-se ao facto de destruírem os seus abrigos, normalmente vandalizados por curiosos. Por serem insectívoros, os morcegos são espécies importantes no controlo das pragas de insectos que prejudicam as culturas agrícolas.

Autor: Jѳãѳ ʍIgષ૯ℓ ૮ѳ૨૨૯iα


>Animais em extinção

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Panda Vermelho, animal em extinção!!
Nome: panda vermelho.
Nome científico: Ailurus fulgens.
Onde habita: Ásia(Nepal, Sikkim, norte da Birmânia e sul da China)
Habitat natural: As árvores(principalmente).
O que come?:Alimenta-se de ervas, frutos, raízes, bambu, insectos e crias de pássaros.
Tamanho:Comprimento: 50-60 cm + 40 de cauda.
Altura: 35-40cm.
Peso:4 kg.
Factores que põem a espécie em perigo: Devido à destruição do seu habitat natural.
Fonte
Contribui de alguma maneira para esta criatura linda e fofinha não desaparecer do nosso planeta!


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